domingo, 31 de outubro de 2010

Reunião 31-10-2010

Não houve encontro teosófico...


...em virtude da Eleições para Governadores e Presidente do Brasil!

Sobre a Lua...


...segundo, a Doutrina Secreta, a Lua é um vestígio "morto" da Cadeia Planetária Lunar, sendo muito mais antiga que a Terra. Assim, explica Cordélia Alvarenga de Figuereido na Síntese da Doutrina Secreta (Helena P. Blavatsky):
"A Lua está morta só no que se refere aos seus princípios internos, isto é, psíquica e espiritualmente. Fisicamente é um corpo semi-paralisado".

Percebe-se que para a Teosofia, ou seja, o esoterismo, o ocultismo em si, não existe matéria morta, isto é, a vida pulsa em todo universo do Sol ao átomo. Diante da Tradição Secreta, a Lua é mãe de Mercúrio e Vênus planetas mais antigos que a Terra, logo este suposto "satélite terrestre" se dissolverá no espaço como sucederá às luas dos demais planetas.

Por outro lado, a Lua penetra a Terra por todos os lados, conforme Cordélia Alvarenga, "com a influência maligna invisível e envenenada, emanante de seu lado oculto, pois é um corpo morto e, no entanto, vive. As partículas de seu corpo corrupto estão cheias de vida ativa e destrutora, apesar de que o corpo, antes animado por ela, carece de Alma e Vida. Por isso, suas emanações são benéficas e maléficas..". Ainda adeverte, "como os vampiros, a Lua é a amiga dos Bruxos"!

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

O que é Dharma?


De acordo com, Annie Besant... "Dharma é um termo sânscrito, que tecnicamente significa dever. Caracteriza-se em cada indivíduo pelo seu grau de desenvolvimento no período evolutivo posterior. Praticamente é a filosofia de conduta, que o Cânone budista define como a Lei Sagrada. Cada indivíduo tem o seu Dharma específico, inerente à sua natureza interna e, portanto, inalienável." Besant complemeta que em virtude disso proclama Shri Krishina a Seu discípulo Arjuna num dos momentos mais cruciais de sua vida: "Mais vale cumprir o próprio dever (Dharma), embora sem mérito, do que o alheio com toda a perfeição. Preferível é morrer no cumprimento de seu próprio dever, porque o alheio está cheio de perigo" (B. Gita III: 35).
Portanto, " essa natureza interna, colocada pelo nascimento físico num meio favorável ao seu desenvolvimento, é o que modela a sua vida exterior, que se expressa por meio de pensamentos, palavras e ações". Por isso acentua a autora no texto: "O primeiro que há de compreender bem é que o Dharma não é uma coisa exterior, tal como a lei, a virtude, a religião ou a justiça; é a lei da vida que flui e modela à sua própria imagem tudo que é exterior a ela". Por outras palavras:
É tornar-se indivíduo externamente o que ele realmente é internamente. De maneira semelhante, cada nação, cada religião, tem o seu Dharma, a sua tônica a vibrar no concerto de suas co-irmãs do mundo.
DHARMA
Annie Besant
Editora Pensamento

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Brasil abre o olho...


...Eleições 2010 para Presidente! Tal cenário político tem sido o "pano de fundo" de uma perigosa dinâmica religiosa fundamentalista que tenta conduzir o país para uma "nova velha Teocracia", na qual as ações políticas, jurídicas e policiais do Estado são submetidas às normas de alguma religião.

Logo, vê-se que os candidatos à Presidência da República tentam atender direta ou indiretamente às reinvindicações espirituais de certos sarcedotes com objetivo de agariar votos dos fiéis "currais eleitoreiros".

Aliança político-religiosa que futuramente pode criar um colapso na democracia, pois de forma generalista numa Teocracia os "cidadãos leigos" ficam submetidos ao controle sarcedotal que utilizam todos os tipos de artifícios para justificar a fusão do poder político com os poderes espiritual e moral, dando adeus aos poderes executivo, judiciário, legislativo... haja visto que os meios de comunicação tem chamado atenção para o fato de que, principalmente, no Oriente os líderes do mesmo imprimem um elemento "místico" ao poder estatal, controlando qualquer contestação social. Diferente daqui?

Conseqüentemente, o exercício da cidadania é trocado pela crença e submissão aos ditames sarcedotais, os quais tanto no Ocidente, sobretudo no Oriente tentam "mascarar" os processos humanos consolidados ao longo de séculos de história, por exemplo: os ideais de liberdade, igualdade e fraternidade!

Em pleno Século XXI, o fastama da medievalidade ronda as consciências humanas ou melhor: as inconciências, as quais revivem um teocentrismo às aversas de acordo com os interesses dos lideres espirituais. Ironicamente, as imperfeições humanas desmascaram a "Pseudo-Divina Teocracia" que também age de forma corrupta, tornando-se uma Clerocracia.

Concluindo, brasileiros abram os olhos porque podemos incorrer na ignorância de "sair da frigideira e cair no fogo", isto é, trocar um sistema político acusado de ser corrupto por uma forma de governo onde o povo é controlado por um grupo de sacerdotes ou líderes religiosos que sendo HUMANOS também agem de forma corrupta ... Porém, num Estado laico, numa Democracia podemos contestar e mudar a realidade vigente, entretanto, numa Teocracia é vetada e punida toda e qualquer contestação seja ela de qualquer natureza.

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Nêmesis & O Espiríto Grego

Nêmesis
representa a força encarregada de abater toda a desmesura (Hibrys)...
"Tudo que se eleva acima da sua condição, tanto no bem quanto no mal, expõe-se a represálias dos deuses. Tende, com efeito, a subverter a ordem do mundo, a pôr em perigo o equilibrio universal e, por isso, tem de ser castigado, pois se pretende que o
universo se mantenha como é".
... essa é uma concepção fundamental do Espiríto Hêlenico

Sobre a Reunião de 24-10-2010


Neste encontro teosófico a irmã Rosane Viola explicou resumidamente a Estância VI - Cosmogênese - Doutrina Secreta Vol 1 - H.P.Blavatsky, tal explanação referiu-se a parte da descrição da Cosmogonia do Universo. Conforme, a Teosofia entende o início e o fim de um universo, ou seja, a Formação e a Dissolução Universal.

Logo foi abordado temas como:

- o Fohat ou "Torvelinho de Fogo";

- a Eletrecidade ou "Força"\"Energia";

- Mulaprakriti ou "A raiz da Substância Universal;

- o Logos ou "O Logos de nosso Sistema Solar";

Com relação ao Fohat foi explicado que Ele é "uma coisa no Universo ainda não-manifestado (No Imanifesto ou Parabrahman) e outra coisa no mundo fenomenal e cósmico (No Manifesto ou Universo), assim:

- No Imanifesto, ou seja, antes da formação do Cosmos Objetivo > FOHAT = é latente e coeterno com Parabraman e Mulaprakriti;

- No Manifesto, ou seja, o Cosmos Objetivo > FOHAT = o "Raio Divino" de inesgotável potência criadora que incute o Pensamento Divino Absoluto (Parabrahman) no seio da proto-Mãe (Mulaprakriti).

Ademais, o Fohat serve de "ponte" entre a Ideação Cósmica e a Substância, isto é, o "elo" entre o Espiríto-Matéria. Além dessas considerações foi exposto o ponto de vista ocidental acerca desses temas, especialmente, o Fohat, indo dos gregos aos egípcios, da mitologia aos filósofos antigos, tais como: Aristóteles que reconhecia o Fohat como o Eros - a força motriz - uma espécie de primeiro motor nas antigas cosmogonias.

domingo, 24 de outubro de 2010

Fantasia


"É por meio da fantasia que reconhecemos o mundo. A fantasia dá cor e molda o comportamento, os pensamentos e os sentimentos. Em constante transformação, as fantasias se desenvolvem com o crescimento e, como os sonhos, são criadas em função de desejos, esperanças, medos, conflitos e angústias. As fantasias surgem de experiências reais misturadas com a realidade emocional, de mentiras que nos dizemos e do conhecimento profundo de verdades irrefutáveis. Portanto, podem tanto enriquecer quanto confundir. A fantasia gera não só prazer e emoção na vida diária como também medo e ansiedade. Por isso é uma das características que define o ser humano. Trata-se de uma idéia essencial - e bastante controvertida da psicanálise que marca o diálogo entre nós e o mundo em que somos obrigados a viver e sobreviver."


Julia Segal

Consultora do Serviço Nacional de Saúde Britânico.